Acadêmicos da FACPG participam em peso da ação Um Palmo de Amor

Acadêmicos da FACPG participam em peso da ação Um Palmo de Amor

As Faculdades Ponta Grossa realizaram na Unidade de Olarias, nesta terça (03), o projeto ‘Um Palmo de Amor’. Durante a ação, os alunos que estudam na instituição e voluntários externos doaram mechas de cabelo para ajudar mulheres e crianças que passam pelo tratamento de câncer.

Nesta quarta-feira (04), a ação aconteceu no período da manhã, na Unidade Olarias, e no período da noite será realizada na Unidade São José, das 19h às 21h. A faculdade também estará recebendo ao longo do mês doações de lenços e de leite longa vida ou em pó, que serão encaminhados à Rede Feminina de Combate ao Câncer. A coordenadora do projeto, Verlaine Costa, ficou feliz com o número de doações recebidas. “A participação das pessoas já superou as nossas expectativas. Em apenas uma noite, recebemos mais de cem doações”, contou.

Todo o material arrecadado será enviado à Atitude na Cabeça que confecciona perucas e doa para quem está em tratamento e perdeu os cabelos. Macella Mores que recebeu uma peruca do projeto, conta como descobriu a doença. “A minha mãe morreu de câncer e após um tempo, eu descobri que tinha câncer de mama também. Eu já passei pela quimioterapia vermelha, que é mais pesada e faz os cabelos caírem e agora vou iniciar a quimioterapia branca, mais leve e com menos efeitos colaterais. Para vencer esta doença, precisamos ser fortes e não podemos desistir”, disse.

Conforme a acadêmica do 8º período, Nadine Marchine Tomaz, “o cabelo representa um sinal de feminilidade para uma mulher e perdê-los durante o tratamento mexe muito com a autoestima. A minha avó e minha mãe já tiveram câncer de mama e busquei dar forças na luta contra a doença. Hoje, eu cortei o meu cabelo para ajudar, de alguma forma, quem está passando por isso”, afirmou.

A acadêmica de Economia Ana Paula Guilmann conta que ficou sabendo do projeto pelas redes sociais e resolveu viajar de Palmeira a Ponta Grossa para participar também. “Seria bom se todas as pessoas se sensibilizassem e doassem algumas mechas, dessa forma, mais perucas poderiam ser confeccionadas”, falou.